O título é trecho de uma piada onde um ateu agradece um suposto milagre.
E fez me lembrar do esboço duma estória pensada tempos atrás.
Era um sujeito que marcou um encontro com uma guria num parque, mas só ganhou chá de cadeira. E ele lá ficou, imóvel. Nada da ordinária. O tempo passou e raízes cresceram. Folhas também. Virou árvore. Abrigou passarinhos. Até que, décadas mais tarde, um casal de velhinhos se recostou sob sua sombra. Depois de um namorico, ambos resolveram assinar os seus nomes no tronco. Qual a surpresa da velha árvore quando sentiu uma tatuagem chamada Celine sendo esculpida em suas fibras.
Celine, Paula, Joana. Tanto faz. Nunca consegui fazer nada digno de nota com isso. Até porque o final é meio previsível.
E quer saber de onde veio a lembrança do argumento, da piada e do título do post? Clica aqui então. Perceba que, se tem alguém rindo, esse alguém não é nenhum de nós.