Ah, agora sim eu vou ver.
"(…)O filme, contudo, ganha interesse enquanto signo da contemporaneidade, feita ao mesmo tempo de acelerada virtualização e de busca obsessiva de realismo, de dissolução do peso da realidade e de necessidade de capturar o que acontece como forma de nos assegurarmos de sua existência."
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Parágrafo final redigido a próprio punho pelo "crítico da Folha", vulgo Cássio Starling Carlos, sobre Cloverfield - Monstro e publicado hoje na Folha de S. Paulo. O artigo inteiro está aqui.
