2009
A vida mudará, dois mil e nove?
Todos perguntam: “quando começas?”
- E lá tenho cara de quem se comove?
Mudes só por ti. Não me peças!
A vida mudará, dois mil e nove?
Todos perguntam: “quando começas?”
- E lá tenho cara de quem se comove?
Mudes só por ti. Não me peças!
O jeito mais gostoso
É sempre o proibido
E o mais pecaminoso
É o que cresce a libido.
Teu sorriso é minha moradia
Que me abraça e conforta
E a mim não importa
Repetir isso a cada dia.
• Tomar aluginógenos e ir olhar a rua com lápis e papel na mão;
• Fazer barcos de papel e soltar na frente de casa numa tarde de temporal;
• Fotografar estranhos na rua;
• Ler lápides num sábado para lembrar dos que se foram;
• Andar pelas ruas com um piriquito australiano no ombro;
• Fazer amizade com alguém que, depois desse dia, nunca mais verei de novo;
• Não ter filhos.
"Maior que o impulso sexual é o impulso de mexer no texto alheio."
(Claudius Ceccon)
"(…) Caminhando para seu apartamento no Upper East Side, assombrada e confusa, ela parou em um bar. Ela bebeu um bloody mary, ouvindo silenciosamente dois homens bem vestidos, de terno. Por um segundo, achou que eles iam comparar aquele dia horrível com o bombardeio japonês de 1941 que levou os EUA à Segunda Guerra Mundial:
"Isso é igual a Peal Harbor", disse um dos homens.
O outro perguntou: "O que é Pearl Harbor?"
"Foi quando os vietnamitas jogaram bombas em um porto e começou a guerra do Vietnã", respondeu o primeiro homem.
Naquele momento, Jacoby decidiu escrever o livro, disse ela."
—
Mais aqui.
"(…)O filme, contudo, ganha interesse enquanto signo da contemporaneidade, feita ao mesmo tempo de acelerada virtualização e de busca obsessiva de realismo, de dissolução do peso da realidade e de necessidade de capturar o que acontece como forma de nos assegurarmos de sua existência."
—–
Parágrafo final redigido a próprio punho pelo "crítico da Folha", vulgo Cássio Starling Carlos, sobre Cloverfield - Monstro e publicado hoje na Folha de S. Paulo. O artigo inteiro está aqui.
Minha fama de arrumado se esvai quando descobrem que meu método de arrumação é o bom e velho “pra baixo do tapete”. Como aqui em casa tapete não há, sobra a gaveta do computador. Arrumando ela agora, descobri um verdadeiro tesouro:
- uma moeda de R$ 1,00;
- sete de R$ 0,50;
- vinte de R$ 0,25;
- quarenta e sete de R$ 0,10;
- trinta e seis de R$ 0,05;
Total: R$ 16,00
A sessão no Espaço Unibanco domingo tá garantida
Talvez um dos indicadores mais confiáveis que ela está chegando é quando começamos a gostar mais do Elvis gordo que do magro.
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